A Única Esperança


3. O dia da esperança

João Carlos acordou com os pássaros naquela manhã. O sol tinha acabado de sair, mas ninguém percebia seu brilho. O novo dia chegou envolto em nuvens densas. Chovia muito. Porém, isso não importava para João Carlos. Ele saiu cedo da cama, porque não conseguia dormir. Passava as noites acordado e, ao longo do dia, apresentava um humor intratável.

Aquele era um dia sombrio de outubro, e as folhas caíam preguiçosas, contrastando com o vaivém acelerado da cidade. Brasília podia parecer pacata – e talvez tenha sido um dia –, mas tornara-se uma cinquentona irrequieta que acordava ao raiar do sol e, em poucos minutos, assemelhava-se a um enxame de abelhas agitadas.

Na realidade, toda essa agitação começa nas cidades-satélite, de onde as pessoas se dirigem ao Plano Piloto. Esse povo é o sangue que dá vida a Brasília. Anos atrás, João Carlos era uma dessas pessoas. Com a família, vivia um período de vacas magras. Saíra do Nordeste em busca de melhores perspectivas de vida, conseguiu um pedacinho de terra em Ceilândia. Para chegar ao trabalho, ele pegava três conduções.

Isso é passado. João Carlos é um próspero empresário. Não é milionário, mas é rico. Muito rico. Pode viajar para onde quiser, a esposa e os filhos gastam com facilidade. Desfilam pelos melhores shoppings da cidade, esbanjando dinheiro. Quando se cansam de Brasília, pegam o avião e viajam para São Paulo, Rio, Europa ou Estados Unidos. Lá, compram coisas que poucas vezes usam.

Naquele dia sombrio de outubro, João Carlos, preso no trânsito, perguntou para si mesmo se valia a pena ser rico. Ele não precisava mais contar centavos, morava no Lago Sul e dirigia um carro espetacular; porém, sentia-se solitário e triste. Tinha poucos amigos, e a família se afastava dele à medida que o dinheiro aumentava. Ou seria ele quem se afastava da família? Não sabia responder. Na verdade, não entendia muitas coisas. Ignorava, por exemplo, que a filha de 16 anos estivesse grávida, e que o filho de 18 usasse drogas. Estava alheio também ao fato de que a esposa pensava no divórcio porque achava que o marido não a amasse mais.

No entanto, ele fingia que tudo marchava bem. Nada faltava em casa, aparentemente. Pelo menos, dinheiro não. Então, por que aquela tristeza impregnada na essência de seu ser? Por que a sensação de fracasso e a insônia o incomodavam tanto à noite?

Naquela manhã, o escritório de sua empresa abria as portas. Ivair, o homem da limpeza, caminhava pelo corredor cantando como um canário. João Carlos o admirou em silêncio. Não disse nada. Sabia que no coração daquele homem simples existia música. Por que ele tinha a impressão de que os homens pobres são mais felizes? Quando era pobre, ele também cantava. Não tinha voz melodiosa, mas sentia no coração um tambor que não parava de produzir ritmo. Há muito tempo que a melodia e o ritmo tinham abandonado as salas de sua alma e voado para algum lugar distante.

– Por que você não para de cantar, homem de Deus? – perguntou João Carlos.

– Justamente por isso, meu patrão – respondeu Ivair.

– Por isso, o quê?

– Porque sou filho de Deus!

– Mas eu também sou. Não sou?

– É sim, meu patrão, mas quando foi a última vez que falou com Ele?

– Não sei se realmente já falei com Ele. Você fala com Deus?

– Todos os dias. E sei que Ele está sempre comigo.

A fé simples do homem simples o emocionava. Aquele humilde faxineiro não complicava a vida. Vivia a certeza da esperança. Ele, por sua vez, tinha dinheiro, mas não possuía certeza de nada.

– O seu Deus não é também o meu?

– É sim.

– Então qual é o problema? Com você funciona e comigo não.

– Isso não depende de Deus.

– Não entendo.

– Não basta crer em Deus. A gente precisa passar tempo com Ele. Só então Deus deixa de ser apenas um nome e Se torna uma realidade.

– Como uma realidade? Ele não é real?

– Se não passar tempo com Ele, é só um nome. E isso não ajuda muito. Especialmente em momentos difíceis, como os que o Senhor está vivendo agora.

– Como você sabe que estou vivendo momentos difíceis?

– Está refletido em seu rosto, em sua maneira de olhar e na forma como trata os funcionários.

Aquilo lhe parecia ofensivo. Mas era verdade. E Ivair não tinha culpa de nada. Ele apenas estava respondendo o que o patrão perguntava.

– Como você passa tempo com Deus?

– Todos os dias, antes de sair de casa, fico a sós com Ele. E, no sábado, eu Lhe dedico o dia inteiro.

– Por que no sábado?

– Está nos mandamentos.

– Onde?

Ivair pediu licença, saiu da sala e, dois minutos depois, regressou com a Bíblia aberta.

– Veja o que diz aqui: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia do sábado e o santificou” (Êxodo 20:8-11).

– Isso está nos mandamentos?

– Sim, senhor.

– Mas o sábado não foi dado apenas para os judeus?

– Quando Deus santificou o sábado, não existia o povo judeu, meu patrão. Leia o que diz o relato da criação: “Assim, pois, foram acabados os céus e a Terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gênesis 2:1-3).

– Ali diz dia sétimo, não sábado.

– Olhe no dicionário ou no calendário qual é o dia sétimo.

– Quer dizer que o sábado existe desde a criação?

– Pois é. Na mesma semana da criação, Deus descansou no sábado, embora não estivesse cansado. Ele nunca Se cansa. Descansou para nos dar o exemplo. Mas, além disso, abençoou e santificou o sábado.

– Você quer dizer que o sábado é um dia santo?

– É o que a Bíblia diz. “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da Terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse” (Isaías 58:13, 14).

– Eu já ouvi dizer que não é mais necessário guardar o sábado, porque Jesus ressuscitou no domingo.

– É verdade que Jesus ressuscitou no domingo, mas em que parte da Bíblia diz que o domingo passou a ser um dia santo e que o sábado não tem mais validade? Ao contrário, veja o que Jesus costumava fazer no sábado. “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume, e levantou-se para ler” (Lucas 4:16).

– Mas Jesus não realizou milagres no sábado?

– Sim.

– Então, Ele trabalhou...

– Realizou Suas obras de salvação. Porque o sábado não é um dia simplesmente para não trabalhar. Não trabalhamos porque estamos concentrados em louvar e servir a Deus. O sábado não é um dia cheio de regras que escravizam o ser humano. Jesus mesmo disse que “o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é Senhor também do sábado” (Marcos 2:27, 28). Ora, se Jesus é o Senhor do sábado, pode usá-lo para realizar Sua obra de salvação. Ele realizou muitos milagres para mostrar que nesse dia é preciso curar e restaurar pecadores. Nós também podemos usar o sábado para realizar as obras do Senhor.

O patrão olhou para Ivair nos olhos. Aquele homem não era tão simples como imaginava. Suas palavras destilavam sabedoria. Por isso, perguntou:

– Você quer dizer que é feliz porque guarda o sábado?

– O ser humano necessita descansar de seus trabalhos e pensar em Deus. Um dia Jesus disse: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11:28, 29). Sem Jesus, o ser humano jamais terá descanso. Viverá agitado, correndo de um lado para o outro, acumulando dinheiro, mas não terá paz. Jesus é a única fonte de paz e descanso para a alma.

– Se Jesus me dá o repouso, por que guardar o sábado? – indagou o patrão.

– Muitos cristãos não entendem isso. O descanso não vem do sábado, vem de Jesus. O sábado, na sua essência, é um dia como qualquer outro; tem 24 horas, tarde e manhã, enfim. O que o torna um dia diferente é o fato de que Deus o separou desde a criação como um dia santo para comunhão com Seus filhos.

– E não pode ser qualquer outro dia? Domingo ou quarta?

– Poderia, claro, se Deus tivesse escolhido assim. Mas Ele escolheu o sábado.

– Isso é o que não entendo – Por que tem que ser necessariamente o sábado?

– Não sei, meu patrão. Poderemos perguntar isso a Jesus quando Ele voltar. Por enquanto, eu amo Jesus e desejo obedecer a Ele.

– Isso é interessante.

– Claro que é! E os discípulos de Jesus continuaram guardando o sábado depois da ressurreição de Cristo. Veja o que diz a Bíblia: “E, tirando-O do madeiro, envolveu-O num lençol de linho, e O depositou num túmulo aberto em rocha, onde ainda ninguém havia sido sepultado. Era o dia da preparação, e começava o sábado. As mulheres que tinham vindo da Galileia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento” (Lucas 23:53-56).

– O que significa isso?

– Jesus já estava morto e enterrado. Era sexta-feira à tarde, e as mulheres que foram ao sepulcro descansaram no sábado conforme o mandamento. Lucas escreveu isso vinte anos depois da ressurreição de Cristo e ainda disse “conforme o mandamento”. Não lhe parece curioso? Se o mandamento do sábado tivesse terminado com a ressureição de Cristo, como é que Lucas diria isso vinte anos depois?

– Tem razão. E os apóstolos?

– Veja o que Paulo costumava fazer no sábado: “Lá, encontrou certo judeu chamado Áquila, natural do Ponto, recentemente chegado da Itália, com Priscila, sua mulher, em vista de ter Cláudio decretado que todos os judeus se retirassem de Roma. Paulo aproximou-se deles. E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas. E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos” (Atos 18:2-4). Pode me dizer o que fazia Paulo nos sábados?

– Dirigia-se à sinagoga.

– Apesar disso, muita gente acredita que o apóstolo ia à sinagoga nesse dia porque desejava evangelizar os judeus, porque eles só podiam ser achados na sinagoga aos sábados. No entanto, o livro de Atos revela que, mesmo onde não havia sinagoga, Paulo buscava um local de oração para passar o sábado (Atos 16:13). E alguém pode dizer que Paulo vivia escravizado ao Antigo Testamento?

– Acho que não. Mas então por que a maioria dos cristãos guarda o domingo e não o sábado?

– Esse é um assunto histórico. Nos primeiros anos da era cristã, os judeus se rebelaram contra os romanos e foram perseguidos. Porém, como os cristãos guardavam o sábado, eram confundidos com judeus e, por isso, perseguidos. Então alguém teve a ideia de que, para evitar esse mal-entendido, talvez fosse melhor guardar o domingo em homenagem à ressurreição de Cristo.

– Não sabia.

– Anos depois, no 4º século, o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e, como ele pertencia a uma religião pagã que adorava o sol, cujo dia de veneração é o primeiro dia da semana, a igreja aceitou o domingo como dia do Senhor. Mas não achamos um só verso na Bíblia afirmando que o domingo é um dia santo ou que substitui o sábado.

João Carlos e Ivair já conversavam havia bastante tempo. Os outros empregados se perguntavam o que o patrão falava tanto com um simples faxineiro. A conversa parecia interessante para João Carlos. O homem rico estava emocionado. Os olhos se abriram para o fato de que seu mundo estava desabando. Reconheceu que faltava lugar para Deus em sua vida.

– Deus o ama muito, meu patrão. E pode fazer maravilhas, se o senhor permitir.

– Podemos conversar mais na hora do almoço?

– Claro que sim, estarei no departamento de limpeza.

As horas passaram depressa. Os compromissos da manhã eram tantos que João Carlos quase não sentiu o tempo ir embora. Olhou o relógio e já era quase uma hora da tarde. Então mandou chamar Ivair.

O empregado entrou com a Bíblia na mão.

– Até que ano você estudou?

– Só tenho o curso primário.

– E como você conhece tanto a Bíblia?

– É que para estudar o livro de Deus não precisa ter escolaridade.

– Esta manhã você falava de passar tempo com Deus. O que você quis dizer exatamente?

– Veja, o ser humano é como um carro. Precisa de combustível para funcionar. Nenhum veículo anda se o condutor não encher o tanque. Deus é quem motiva o ser humano. Ele é a vida, a sabedoria, o equilíbrio, enfim. Ele é a única pessoa capaz de nos fazer felizes e vitoriosos. Cada vez que passamos tempo com Ele, equivale ao ato de abastecer o tanque de combustível.

– E o que o sábado tem que ver com isso?

– Durante a semana, temos que lutar pela sobrevivência, e a nossa comunhão com Deus é relativamente curta. Mas Deus sabe que precisamos carregar as baterias da vida para viver com significado. Por isso, Ele nos deu o sábado. Dedicamos esse dia completamente a Deus. O sábado não é santo porque deixamos de trabalhar nele, mas porque passamos o dia com Deus. O centro da experiência do cristão não é o sábado, mas Cristo. Guardamos o sábado simplesmente porque amamos Jesus e desejamos vê-Lo feliz.

– Como você chegou a essa conclusão?

– A Bíblia afirma que o sábado é um sinal de fidelidade entre Deus e o Seu povo: “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20:20). Guardar o Sábado é uma questão de fé em Deus. As pessoas precisam conhecer a bênção do descanso do sábado. A guarda do sábado é um sinal da fé em Deus e da dependência dEle como Criador, Redentor e Salvador.

– Um sinal de amor.

– Sim, de amor e de salvação.

– De salvação?

– Isso mesmo. Veja, o quarto mandamento aparece duas vezes na Bíblia: em Êxodo 20 e em Deuteronômio 5. Cada uma dessas passagens dá uma razão diferente para se guardar o sábado. Em Êxodo, a razão é a criação, pois diz: “Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êxodo 20:11). Já em Deuteronômio, a razão não é apenas a criação, mas a redenção: “Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado” (Deuteronômio 5:15). Está claro que Deus é o Criador e também o Redentor. Só Deus pode criar e somente Ele pode redimir. O sábado é um memorial tanto da criação quanto da redenção. Ninguém pode dizer que acredita em Deus como Criador se não aceita o sábado. Também não pode afirmar que aceita Jesus como seu Redentor se não aceita o sábado.

– Isso é fantástico, Ivair!

– Tem mais! Quero lhe falar mais um pouco acerca dos milagres que Jesus realizou no sábado.

– Fale.

– Esses milagres tinham como propósito mostrar que o sábado está relacionado com a salvação e a restauração do ser humano. O sábado é um dia de vitória sobre o pecado. O pecado trouxe a dor e a doença. Cristo trouxe a vida e a saúde. Terminou Sua obra de restauração no Calvário numa sexta à tarde e exclamou vitorioso: “Está consumado!” O diabo não tinha mais chance; estava derrotado!

– Tremendo!

– Então, quando a obra da redenção foi concluída, Jesus descansou no sábado conforme o mandamento.

O diálogo com Ivair foi muito proveitoso para João Carlos. A partir daquele dia, patrão e empregado passaram a chegar mais cedo ao trabalho para estudar a Bíblia juntos. Passaram-se meses. O homem rico enfrentou tormentas escuras na vida. Mas, em vez de se desesperar, aprendeu a confiar em Deus.

Certo dia, reuniu a família e pediu perdão.

– Eu arruinei a vida de vocês – disse, olhando nos olhos de seus amados.

Ninguém entendeu suas palavras.

– Um homem sem Deus não tinha muito o que dar à família – completou.

A esposa e os filhos se entreolharam. Não entenderam o que havia acontecido.

– Poderiam me dar uma oportunidade de fazer as coisas de forma diferente? – perguntou, enquanto as lágrimas rolavam pelo rosto marcado por profunda dor. Depois, falou para eles sobre o amor de Deus. E acrescentou: – Por que não fazemos do sábado o dia da família? Dediquemos esse dia a Deus. Deixemos que Ele tome o controle da casa.

Ninguém disse nada, mas todos se comoveram.

Os dias, as semanas e os meses continuavam correndo rumo ao futuro, como o rio em direção ao mar.

Milagres acontecem. Histórias de conversões são registradas nos livros da vida. João Carlos, a esposa e a filha encontraram a única esperança.

O DIA DA Esperança

Descubra agora como não ser vítima do estresse moderno.
  1. O sétimo dia é diferente dos demais dias da semana. Gênesis 2:1-3
  2. O sábado foi feito para o bem da humanidade. Marcos 2:28, 29
  3. Adoramos o Criador por meio do descanso no sábado. Êxodo 20:8-11
  4. O sábado foi observado pelo povo de Deus no Antigo Testamento. Êxodo 16:23; Isaías 58:13-14; Jeremias 17:24, 27; Ezequiel 20:12, 20; Neemias 13:15-21
  5. Jesus considerava o sábado um dia de adoração a Deus e serviço ao semelhante. Lucas 4:16, 31
  6. A morte de Cristo não substitui o sábado como dia de descanso e adoração a Deus. Lucas 23:53, 56
  7. Os discípulos foram fiéis na observância do sábado. Atos 13:14, 27, 42, 44; 17:2; 18:4
  8. O cristão não deve desprezar nenhum dos Dez Mandamentos. Tiago 2:10-12
  9. Mandamentos e tradições humanas não podem estar acima da palavra de Deus. Marcos 7:6-8, 13
  10. O sábado continuará em vigor na nova Terra como dia especial de adoração. Isaías 66:22, 23