A Única Esperança


9. Esperança de um novo começo

A noite escura do deserto amedrontava. O gemido dos chacais tornava-a mais tétrica e assustadora. Três homens cavalgavam silenciosos, em meio à escuridão, aproveitando que o sol estava do outro lado da Terra. Atravessar o deserto de dia seria suicídio. Ninguém poderia suportar as inclemências do sol.

Faltavam poucas horas para o sol sair quando chegaram ao leito seco do que parecia ter sido um riacho.

– Alto!

A voz do guia perdeu-se na imensidão de areia seca.

Os três desceram.

– Recolham todos os pedregulhos que puderem – ordenou o guia.

Em princípio, a ordem lhes pareceu sem sentido, mas tinham prometido que obedeceriam sem discutir e, apesar do cansaço, obedeceram sem vontade.

– Para quê? – perguntavam-se interiormente. – Poderíamos aproveitar a noite para avançar.

Depois continuaram a travessia, inconformados com a ordem aparentemente incoerente do estranho beduíno. A noite continuava escura e um vento suave soprava quando ouviram novamente a voz do homem do deserto:

– Ao sair o sol, vocês estarão felizes e ao mesmo tempo tristes.

E perdeu-se em meio à escuridão. A partir daquele momento, eles continuaram a viagem sozinhos. Dois deles jogaram algumas pedras. As horas se passaram. O sol do novo dia saiu esplendoroso e brilhante. Era hora de parar e descansar. Naquele momento, enquanto buscavam no alforje algo para comer, viram os pedregulhos e não podiam acreditar. Eram diamantes de muito valor. Estavam ricos. Imediatamente, porém, sentiram tristeza e arrependimento. Por que não haviam recolhido mais pedras? Por que não tinham obedecido às ordens do guia sem discutir?

A vida é assim. Caminhamos no deserto deste mundo envolvidos em trevas e, com frequência, não enxergamos as coisas à nossa volta. Tornamo-nos imediatistas e incapazes de olhar ao futuro, especialmente quando se trata de assuntos espirituais. Para alguns, falar da vida eterna que Deus prometeu ao ser humano não passa de fantasia de crianças para compensar as desilusões e tristezas desta vida. Outros a concebem como uma existência nebulosa, irreal, em que “os santos” vestidos de branco sentam-se nas nuvens, perto do arco-íris, tocando harpas douradas. Afinal, o que diz a Bíblia a respeito disso?

Um dia desses, Gilberto, um professor universitário bem-sucedido, conversava com Cristiano, 50 anos, seu colega.

– Você é um homem inteligente, professor de ciências. Como pode crer que exista Céu, paraíso ou coisa parecida? – perguntava o colega.

– Você não acredita nessas coisas?

– Claro que não. Isso tudo é apenas fruto da imaginação humana. Pura ilusão, crendices religiosas que não encaixam numa mente racional.

– Então suponhamos algo.

– O quê?

– Façamos de conta que nada do que a Bíblia diz é verdade: Céu não existe, não há paraíso, nem volta de Cristo; nada.

– E...

– O tempo passa, finalmente chega o fim deste mundo e descobrimos que você tinha razão. Não existe nada. O que eu perdi?

– Nada.

– Mas façamos de conta que, no fim de tudo, descobrimos que eu tinha razão e você estava equivocado. Sim, existe tudo o que a Bíblia menciona. O que perdeu você?

O colega ficou um tanto desestabilizado. Era um homem brilhante, mas não esperava uma pergunta aparentemente tonta. Foi desse modo que ambos começaram a estudar a Bíblia. Rino, como gostava de ser chamado, preferia assuntos que estivessem relacionados ao futuro. Afinal, esse fora o tema que os levara a esse ponto.

– O que a Bíblia ensina a respeito do fim do mundo e da nova ordem mundial? – perguntou Rino.

– A Bíblia diz que, quando Jesus voltar, este planeta se transformará num caos. Veja: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a Terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2 Pedro 3:10).

Rino se acomodou no assento. Leu de novo o verso e refletiu.

– Isso é assustador.

– É sim. João expressa a mesma ideia de outra forma: “Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela Terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar” (Apocalipse 6:12-14).

– Quer dizer que o mundo será destruído por completo?

– Não completamente.

– E o que acontecerá com as pessoas?

– Sucederão várias coisas. A primeira delas é a ressurreição dos justos e a transformação dos que estiverem aguardando Jesus naquele momento. A Bíblia é clara: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos Céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4:16, 17).

– Você quer dizer que todos os mortos ressuscitarão?

– Nem todos. Só os que morreram “em Cristo”.

– E os outros?

– A Bíblia responde: “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos” (Apocalipse 20:5).

– Que mil anos são esses? – perguntou Rino, um tanto surpreso. A curiosidade tinha despertado seu interesse.

– Vou lhe explicar, mas, antes, é preciso entender que haverá duas ressurreições. A Bíblia ensina o seguinte: “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (João 5:28, 29). Quer dizer, os justos ressuscitarão por ocasião da volta de Jesus para a ressurreição da vida, e os injustos só após os mil anos para a ressurreição de morte.

– Sim, mas me fale dos mil anos.

– É um período de tempo em que os justos reinarão com Jesus no Céu. A Bíblia apresenta o assunto da seguinte maneira: “Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele os mil anos” (Apocalipse 20:6).

– Quer dizer que os justos irão para o Céu apenas por mil anos e não para sempre?

– Exatamente. O lar eterno dos justos será na Terra, que será transformada. Os justos retornarão para cá depois dos mil anos. João descreve essa cena assim: “Vi novo céu e nova Terra, pois o primeiro céu e a primeira Terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo” (Apocalipse 21:1, 2).

As coisas que Gilberto dizia pareciam inacreditáveis para uma mente racional como a de Rino. Ele olhou para a Bíblia e conferiu o que estava escrito. Depois disse:

– Espera um pouco. E qual será o estado da Terra durante esses mil anos?

– Será um caos. Em primeiro lugar, veja o que acontecerá com Satanás: “Então, vi descer do Céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente. Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos; lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo” (Apocalipse 20:1-3).

– Você quer dizer que Satanás ficará preso?

– Preso pelas circunstâncias. Essa não é uma prisão literal. É apenas um símbolo do quadro em que Satanás se encontrará. Ele não terá mais a quem tentar. Os justos estarão com Jesus no Céu, e os injustos estarão mortos na Terra. Será uma situação de solidão terrível para o inimigo. Jeremias descreve o estado dos seres humanos naquele tempo da seguinte maneira: “Os que o Senhor entregar à morte naquele dia se estenderão de uma a outra extremidade da Terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a face da Terra” (Jeremias 25:33).

– Esses versos referem-se ao milênio? – indagou Rino.

– Em princípio, como toda profecia, esses versos descrevem a devastação da Terra quando Deus intervém para destruir os inimigos do Seu povo, mas também tem uma aplicação futura que encaixa na situação da Terra durante o milênio. A ideia da Terra desolada durante o milênio se repete várias vezes. “Eis que o Senhor vai devastar e desolar a Terra, vai transtornar a sua superfície e lhe dispersar os moradores”, diz Isaías (24:1).

– Então a Terra permanecerá completamente vazia e destruída naquele tempo?

– Sim. O profeta Jeremias descreve a situação do planeta durante o milênio com palavras dramáticas: “Olhei para a Terra, e ei-la sem forma e vazia; para os céus, e não tinham luz. Olhei para os montes, e eis que tremiam, e todos os outeiros estremeciam. Olhei, e eis que não havia homem nenhum, e todas as aves dos céus haviam fugido. Olhei ainda, e eis que a terra fértil era um deserto, e todas as suas cidades estavam derribadas diante do Senhor, diante do furor da Sua ira. Pois assim diz o Senhor: Toda a Terra será assolada; porém não a consumirei de todo” (Jeremias 4:23-27).

– E os justos estarão no Céu fazendo o quê?

– O livro de Apocalipse responde. Além de reinar com Cristo, revisarão os livros da vida dos seres humanos: “Vi também tronos; e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” (Apocalipse 20:4).

– Em que sentido eles julgarão?

– Como uma espécie de revisão. Não por causa de Deus, mas por causa do ser humano. Naquele dia, muitos dos que achávamos que se salvariam estarão perdidos, ou vice-versa. É necessário, portanto, que todas as dúvidas, sejam esclarecidas na mente humana.

– No verso que você acaba de ler, fala-se das “almas” dos que foram “decapitados por causa do testemunho de Jesus”. São espíritos desencarnados?

– Não. Lembre-se de que neste ponto os justos já ressuscitaram. A Bíblia chama de “alma” o ser humano vivo: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente” (Gênesis 2:7).

Rino era um homem inquieto, racional e incrédulo. Nos últimos tempos, estava mudando bastante, mas a mente inquisitiva não aceitava as coisas com facilidade. Por isso, conferia tudo que o amigo falava para ver se concordava com o que a Bíblia dizia. Seu interesse pelo assunto crescia, de modo que perguntou:

– Que sucederá depois dos mil anos? Como será o fim de tudo?

Gilberto tomou um pouco de água, acomodou-se melhor no sofá erespondeu:

– João relata o que acontecerá: “Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da Terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do Céu e os consumiu. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Apocalipse 20:7-10).

– Como, Satanás será solto da prisão na qual se encontra?

– É que os injustos se levantarão da morte. Essa é a segunda ressurreição. “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos” (Apocalipse 20:5). Então, ao ver os injustos ressuscitados, o diabo os enganará de novo, fazendo-os acreditar que é possível apoderar-se da cidade que desce do Céu. João descreve a descida da cidade assim: “Vi também a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo” (Apocalipse 21:2). Naquele momento, porém, os injustos ressuscitados avançarão contra a cidade dos santos, mas então descerá fogo do Céu e serão destruídos.

– Todos?

– Absolutamente todos: Satanás e seus seguidores. Paulo confirma isso ao dizer: “Quando do Céu Se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2 Tessalonicenses 1:7, 8). Esse será o fim da história do pecado. E do mal não restará nem raiz nem ramo. Os pecados e a angústia não se levantarão pela segunda vez. A Bíblia é enfática: “Ele mesmo vos consumirá de todo; não se levantará por duas vezes a angústia” (Naum 1:9).

– E esse será o fim de tudo?

– Não. Esse será apenas o começo da verdadeira nova ordem mundial. Este mundo será feito de novo. Lembre-se de que, por ocasião da descida da santa cidade, cairá fogo do Céu, e todos serão consumidos: “Marcharam, então, pela superfície da Terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do Céu e os consumiu. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre” (Apocalipse 20:9, 10). Esse será o inferno tão temido.

– Mas o inferno não durará a vida toda?

– A Bíblia fala do “fogo eterno” no sentido de consequências eternas do fogo. O pecado não existirá mais, nem se levantará pela segunda vez. Estará acabado eternamente. Alguém que ficasse observando os desobedientes ardendo em meio às chamas por séculos e séculos não poderia acreditar no Deus de amor que a Bíblia apresenta. Um exemplo vivo do que afirmo são as cidades de Sodoma e Gomorra. O relato bíblico diz: “Como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição” (Judas 7).

– Elas também sofreram o fogo eterno?

– É o que a Bíblia declara. No entanto, não estão ardendo até o dia de hoje. As lições de tudo o que aconteceu com elas, sim, são eternas.

O texto bíblico parecia coerente. Rino sentia que toda a conversação com o colega tinha sentido. Afinal, Gilberto não baseava suas respostas em conjecturas humanas, mas sempre tinha a Bíblia aberta e um texto para responder às inquietudes do amigo.

– E o que acontecerá com a cidade que os rebeldes não conseguiram tomar? – perguntou.

– Deus estabelecerá Seu reino na Terra. Será um reino de paz e amor, em que Ele “lhes enxugará dos olhos toda lágrima; e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4). “Mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1 Coríntios 2:9).

– Parece irreal, não parece?

– Pode parecer, mas é a promessa divina. Veja o que afirma Isaías: “Pois eis que Eu crio novos céus e nova Terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Isaías 65:17). As lembranças tristes desta vida terrena serão esquecidas para sempre. Traumas e complexos que o ser humano arrasta e dos quais, às vezes, tenta inutilmente se libertar serão arrancados da memória. Será a vida que Deus sempre desejou que Seus filhos tivessem.

Rino sentia-se emocionado. Não queria demonstrar, mas o coração estava tocado pelas promessas divinas. Tinha acabado de perder um filho de 10 anos num terrível acidente e agora estava cheio de dívidas, pois tinha tentando salvar a vida do filho amado. A vida estava de cabeça para baixo e, de repente, confrontou-se com as Escrituras Sagradas, e a esperança começou a brilhar no coração.

– Existe muita gente que tem essa esperança? – perguntou com ar de reflexão.

– Sim, claro! – respondeu Gilberto. – Muitas pessoas morreram ao longo da história aguardando “a cidade que tem os fundamentos, da qual Deus é o Arquiteto e Edificador. [...] Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hebreus 11:10, 16).

– Rino limpou a garganta e, com voz comovida, completou:

– Esse deve ser um mundo maravilhoso.

– Sem dúvida. Olhe como Isaías o descreve: “Eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque a longevidade do Meu povo será como a da árvore, e os Meus eleitos desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos. Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a calamidade, porque são a posteridade bendita do Senhor, e os seus filhos estarão com eles. E será que, antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei. O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; pó será a comida da serpente. Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, diz o Senhor” (Isaías 65:21-25).

– Eu... eu... desculpe... eu...

– Não diga nada, Rino – acalmou-o Gilberto. – Deixe o Espírito de Deus trabalhar no coração, e confie nessa promessa. Logo, logo, ao Jesus regressar, tudo será melhor do que você alguma vez imaginou.

Os meses passaram. Rino e a esposa continuaram estudando as verdades bíblicas.

Hoje ambos encontraram a única esperança.

Esperança DE UM NOVO COMEÇO

Conheça um pouco mais sobre o que Deus está preparando para aqueles que O amam.
  1. Após a segunda vinda de Cristo, os salvos estarão no Céu com Jesus. Apocalipse 20:6
  2. Durante os mil anos, a Terra ficará vazia e desolada. Jeremias 4:23-26; Apocalipse 20:1
  3. Nesse período, os incrédulos permanecerão mortos na Terra. Apocalipse 20:5
  4. Enquanto isso, os fiéis participarão do juízo de comprovação. 1 Coríntios 6:2, 3
  5. No fim do milênio, a cidade santa descerá do Céu. Apocalipse 21:2, 3, 10
  6. Após o milênio, haverá um novo céu e uma nova Terra. 2 Pedro 3:13
  7. Na nova Terra, não haverá mais morte, luto, pranto nem dor. Apocalipse 21:4
  8. Os puros de coração verão a Deus. Mateus 5:8
  9. Os que seguem a verdade viverão na nova Terra. Salmo 15:1, 2
  10. Os salvos terão paz eterna. Isaías 32:18