A Única Esperança


8. Esperança de prosperidade

Gabriela levantou-se da mesinha e olhou o smartphone que uma cliente tinha esquecido e que ela escondera dentro da bolsa. Observou cautelosamente ao redor e saiu apressada pela porta traseira. A noite quente não combinava com o céu coberto de nuvens. A jovem mostrava-se nervosa. O dia todo tinha trabalhado preocupada com os terríveis problemas financeiros e o peso da consciência. Ela se sentia sufocada. Quando a cliente esqueceu o celular, a primeira intenção da secretária foi devolvê-lo, mas, ao perceber que se tratava de um aparelho caro, decidiu ficar com ele. Sua consciência, porém, não a deixava em paz.

Na rua, pegou o primeiro ônibus que viu e partiu sem direção, afundada em seu mundo de problemas e dificuldades. Mais de uma hora depois, a voz do motorista trouxe-a de volta à realidade.

– Ponto final! Acabou o trajeto!

A jovem viúva desceu e caminhou pela estrada paralela à linha do trem. Sentia o mundo desabar. Havia perdido o marido três anos antes; meses depois, a casa; e, agora, atolada em dívidas, literalmente, não sabia o que fazer. O filho de cinco anos morava em outra cidade, com os avós, para que ela pudesse trabalhar. Achava-se só e perdida numa cidade imensa.

A luta em sua consciência não tinha começado por causa do furto do celular. Na realidade, o conflito interior com a voz de Deus iniciou-se em uma madrugada, quando, sem poder dormir, ligou a televisão. Na tela, apareceu um homem falando de “fazer negócio com Deus”. Na opinião dele, a solução para todos os problemas parecia muito fácil. Era só entregar dinheiro a Deus que Ele, por Sua vez, resolveria todos os problemas. Essa maneira de encarar a vida lhe pareceu um tanto mercantilista. Mas foi o ponto de partida de seu interesse em conhecer a vontade de Deus.

Naquela noite, depois de rodar pela cidade, retornou para casa e telefonou para a vizinha que sempre a convidava para ir à igreja.

– Olá, Laura! Você está acordada?

– Sim, Gaby. O que foi? Você está com uma voz meio estranha.

– Devem ser os problemas, minha amiga. Você sabe que a minha vida está de cabeça para baixo.

– Sei como é, mas lembre-se de que estou orando por você.

– Pois é, Laura. No entanto, parece que Deus não ouve, porque comigo tudo continua igual.

– Paciência, Gaby. Eu já lhe disse muitas vezes que a gente precisa falar sobre seu relacionamento com Deus. Você está longe dEle.

– Eu sei; por isso, estou ligando para você. Gostaria de estudar a Bíblia com seriedade.

Laura quase caiu com a surpresa. Até aquele momento, Gabriela nunca tinha mostrado interesse nas coisas de Deus, apesar das dificuldades que enfrentava.

– Você está bem, Gaby?

– Não, não estou. Precisamos conversar.

Na noite seguinte, ali estavam as duas amigas com a Bíblia aberta. A expectativa de Gabriela por ver seus problemas resolvidos era grande. Ela desejava que Deus interviesse em sua vida de maneira prodigiosa.

– Estou disposta a fazer tudo que Deus quiser, contanto que Ele resolva meus problemas. Estou desesperada – ela dizia.

– Você pretende realizar uma espécie de troca de favores com Deus? – perguntou Laura.

– Sei lá, minha amiga. Estou no fundo do poço. Ontem até peguei um celular que não é meu a fim de vendê-lo. Deus pode fazer algo por mim?

– Claro que pode. Deus é Deus, ama muito você e Se preocupa com sua situação. Preste atenção a esta promessa: “Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? [...] E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?” (Mateus 6:26, 28-30).

– Meu problema é esse, Laura. Eu não tenho fé. Sou uma mulher que, neste momento, só pensa em sair das dívidas.

– Sabe, o seu problema não são as dívidas. Elas existem, são reais, mas são apenas o resultado de seu verdadeiro problema, que é a falta de Deus. Para você, Deus é apenas um detalhe. Você está sozinha.

– Mas também, com tantas dificuldades, não tenho tempo para nada.

– As dificuldades a asfixiam porque, para você, Deus não está no controle. Ele é o seu Criador, seu Pai de amor, mas você parece não se importar com isso. Se O reconhecesse como seu Deus, Ele faria maravilhas em sua vida. Leia comigo o que diz Davi: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória, por amor da Tua misericórdia e da Tua fidelidade. [...] No Céu está o nosso Deus e tudo faz como Lhe agrada. [...] Confiam no Senhor os que temem o Senhor; Ele é o seu amparo e o seu escudo. [...] Ele abençoa os que temem o Senhor, tanto pequenos como grandes. O Senhor vos aumente bênçãos mais e mais, sobre vós e sobre vossos filhos. Sede benditos do Senhor, que fez os céus e a Terra” (Salmo 115:1, 3, 11, 13-15).

– O que isso significa?

– A ideia principal desse texto é que Deus é soberano, todo-poderoso e eterno. “No Céu está o nosso Deus e tudo faz como Lhe agrada.” O ser humano não pode fazer da própria vida o centro de sua experiência, por mais dificuldades que esteja enfrentando. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória”, diz o salmista.

– E o que faço com os meus problemas?

– O verso que li responde: “Confiam no Senhor os que temem o Senhor; Ele é o seu amparo e o seu escudo. Ele abençoa os que temem o Senhor, tanto pequenos como grandes.” Um escudo é uma arma de proteção. Se o Senhor for o seu escudo, quem poderá atingi-la?

– Essa promessa é para mim também?

– Sim! Só que o motivo correto para buscá-Lo não deveria ser a solução de seus problemas, e sim adorá-Lo por ser seu Deus.

– Para você é muito fácil dizer isso. Neste momento, minhas condições não são favoráveis – queixou-se Gabriela, desanimada.

– Não, querida, não estou no seu lugar, mas aprendi que as bênçãos são um resultado natural de buscar o Senhor de todo coração. Isso é o que diz a Bíblia: “Eu amo os que me amam; os que me procuram me acham. Riquezas e honra estão comigo, bens duráveis e justiça. Melhor é o meu fruto do que o ouro, do que o ouro refinado; e o meu rendimento, melhor do que a prata escolhida. Ando pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo, para dotar de bens os que me amam e lhes encher os tesouros” (Provérbios 8:17-21).

Gabriela mudou de posição no sofá e seus olhos mostraram um brilho diferente. Como se de pronto um raio de luz iluminasse seu mundo escurecido pelas necessidades. Ela procurava solução para seus problemas, mas não procurava Deus. E, ao perceber sua atitude, abaixou os olhos, envergonhada, e disse:

– Estou completamente errada, eu sei...

– Não, Gabriela, você, como muita gente, apenas não entendeu a ordem das coisas. Deus é o princípio de tudo. Veja o que Jesus diz. “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).

– O que devo fazer então?

– Volte para Deus. Você não pertence a si mesma. Reconheça a Deus como Criador e Sustentador. Se você não o fizer, estará se apoderando daquilo que a Deus pertence. Veja o que o Senhor dizia nos tempos de Malaquias: “Tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?” (Malaquias 3:7) O que mais Deus deseja é que o filho reconheça que se afastou dEle e retorne aos braços de amor do Pai.

– Por que você diz que me afastei dEle?

– Vou lhe explicar, mas precisamos regressar ao jardim do Éden.

– Para quê?

– Ouça este relato: “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela Terra. E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a Terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gênesis 1:27-29). Você percebe que no jardim Deus deu ao ser humano domínio sobre todas as criaturas?

– Sim!

– Deus também lhe deu tudo que havia no campo para se alimentar e viver. Porém, reservou algo: “Tomou, pois, o Senhor Deus o homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:15-17).

– O que tinha essa árvore?

– Nada. Era simplesmente uma prova de lealdade para Adão e Eva. Respeitar a árvore da ciência do bem e do mal significava reconhecer a soberania do Criador. Tocar na árvore, ao contrário, seria apoderar-se das coisas que pertenciam a Deus, fazer-se dono e afastar-se do Criador. A consequência desse ato de rebeldia seria a morte. O homem começaria a deteriorar-se lentamente.

– Nunca tinha pensado desse jeito.

– Deus é dono de tudo, Gabi. Ele diz: “Pois são Meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas. Conheço todas as aves dos montes, e são Meus todos os animais que pululam no campo.Se Eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é Meu e quanto nele se contém”(Salmo 50:10-12). O problema é que o ser humano tem a tendência de apoderar-se do que pertence a Deus, e ainda pensa que tudo que tem lhe pertence, especialmente quando as circunstâncias da vida lhe são favoráveis.

– Talvez esse tenha sido meu caso – pensou alto Gabriela.

– Esse é o caso de todos os seres humanos. Sempre foi assim.

– Por que você diz isso?

– Já nos tempos de Israel, Deus disse: “Guarda-te não te esqueças do Senhor, teu Deus, [...] para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveres edificado boas casas e morado nelas; depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tua prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleve o teu coração, e te esqueças do Senhor, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão [...]. Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas” (Deuteronômio 8:11-14, 17). Percebe como o ser humano sempre teve a tendência de apoderar-se de tudo que pertence a Deus? Adão o fez e hoje continuamos fazendo a mesma coisa.

– Mas hoje não existe uma árvore da ciência do bem e do mal. Não estou tocando nada que Deus disse para não tocar – queixou-se a jovem viúva.

– Bom, depois de sair do Éden, por causa do pecado, Adão e Eva não tinham mais a árvore. O dízimo passou a ser uma das provas de que reconhecemos a Deus como soberano. Moisés deixou isso bem claro: “Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor” (Levítico 27:30).

– Não acho que esta seja uma prova de fidelidade.

– Não? Então veja o que Deus disse nos tempos de Malaquias: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós Me roubais e dizeis: Em que Te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim Me roubais, vós, a nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na Minha casa; e provai-Me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do Céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (Malaquias 3:8-10). Você percebe que Deus disse a Adão: “Certamente morrerás” (Gênesis 2:17), e a nós, hoje, Ele diz: “Com maldição sois amaldiçoados”?

– Mas Deus não é amor? Como Ele pode matar ou amaldiçoar só por tocar uma árvore ou não devolver o dízimo?

– Não é Deus quem castiga. Ele é a fonte da vida, a própria vida, a bênção maior. Mas, quando o ser humano se apodera daquilo que é dEle, afasta-se do Criador e entra voluntariamente no território da morte e da maldição.

– Não entendo.

– É como se Deus dissesse: “Filho, tudo é Meu, mas Eu lhe empresto para você viver. Porém, como sou Deus e conheço tudo, sei que com o passar do tempo você vai achar que tudo lhe pertence. Estabeleci, então, a devolução dos dízimos para que nunca se esqueça de que Eu sou o proprietário e você é apenas o administrador. Enquanto fizer assim, Eu saberei que Me reconhece como soberano. Se não o fizer, saberei que está se apoderando daquilo que lhe confiei.”

– Então é o homem quem determina a sua situação?

– Exatamente. O que mais Deus quer é que vivamos felizes. “Dize-lhes: Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que haveis de morrer, ó casa de Israel?” (Ezequiel 33:11).

– Permita-me ser sincera, Laura, eu acho que Deus não precisa de dinheiro.

– Claro que não. Ele mesmo diz: “Minha é a prata, Meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos” (Ageu 2:8).

– Então, para que pede o dízimo?

– Já disse. O problema não é o dízimo, e sim o fato de reconhecê-Lo, ou não, como soberano em sua vida.

– E o que a igreja faz com o dízimo? Para que o utiliza?

– Nos tempos de Moisés, o dízimo era usado para a manutenção dos sacerdotes, que pertenciam à tribo de Levi. “Porque os dízimos dos filhos de Israel, que apresentam ao Senhor em oferta, dei-os por herança aos levitas; porquanto Eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel, nenhuma herança tereis” (Números 18:24).

– Mas isso era nos tempos de Israel. E agora?

– Em nossos dias, o dízimo sagrado é usado para a manutenção dos ministros e para a pregação do evangelho. O apóstolo Paulo diz: “Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (1 Coríntios 9:13, 14).

As horas tinham passado sem que elas sentissem. Gabriela nunca havia imaginado que a Bíblia tinha as respostas para as inquietudes do coração humano.

– Ah, minha amiga, você pode encontrar nas Escrituras resposta para qualquer pergunta. Este livro é a carta de amor que Jesus deixou para que nós não andemos extraviados nos meandros desta vida, tentando ser felizes à nossa maneira.

– Poderíamos continuar estudando as coisas de Deus? – perguntou Gabriela, ansiosa.

– Quando você quiser, estarei aqui sempre pronta para estudarmos juntas.

Quando Gaby saiu da casa da amiga, já era bem tarde. Ela tomou um banho e deitou-se. O coração parecia disparado. Sentia música na alma. Os problemas continuavam os mesmos, mas ela tinha mudado. A oração que Laura tinha feito antes de se despedirem naquela noite tocou o coração de Gaby.

Na manhã seguinte, acordou com o canto dos passarinhos. Pensou: “Se Deus Se preocupa com as avezinhas do céu, por que não se importaria comigo?” Abriu os olhos, ajoelhou-se e disse: “Senhor, toma o controle da minha vida. Sou Tua filha. Sei que Tu me amas e quero Te pedir perdão porque nunca Te reconheci como o meu Pai de amor e meu Deus todopoderoso. Aqui está a minha vida. Coloco-a em Tuas mãos. Não sei o que farás por mim. Uma coisa sei: não desejo viver mais sozinha.”

Depois partiu. Não apenas rumo ao trabalho, mas rumo a uma vida de vitória. Porque nada pode tocar quem se coloca nas mãos de Deus.

A primeira coisa que fez ao chegar ao escritório foi chamar a dona do celular.

– Achamos o seu celular.

– Mas ontem disseram que não tinham achado.

– Está aqui comigo. Poderia vir?

– Quatro horas depois, apareceu a dona do aparelho. Era uma senhora madura de cabelos brancos, elegante, fina, de aparência nobre.

– Gabriela olhou-a nos olhos e disse:

– Lamento muito, senhora! Estou envergonhada. Eu peguei seu celular. Errei, nada justifica o que fiz, só quero lhe pedir perdão.

– A senhora ia mudando de cor e de atitude à medida que ouvia a confissão da secretária.

– E você acha que estas coisas se consertam assim? Perdão, e já está tudo resolvido? Quero falar com a sua gerente.

O desenlace é de se imaginar. Antes de o expediente chegar ao fim, ela estava demitida.

Saiu do escritório triste e envergonhada por sua atitude. Porém, percebeu algo estranho. Não estava desesperada. Uma paz indizível enchia seu coração. O sol brilhava ainda forte, ao longe. Estava desempregada, mas não atribulada. Estava nas mãos de Deus, e, se Ele cuida das aves, cuidaria dela também.

Nos dias seguintes, continuou estudando a Bíblia com Laura. No sábado, foi à igreja pela primeira vez, levando o dízimo do dinheiro que tinha.

“Sei que preciso deste dinheiro para pagar minhas dívidas, mas sei também que jamais voltarei a tocar naquilo que pertence a Deus”, disse para si mesma.

Aquele sábado, na hora do almoço, na igreja, aproximou-se dela um homem baixo, forte, de cabelos brancos.

– Olá, me disseram que você é secretária. Poderia conversar amanhã com você?

Conversaram. E, na segunda-feira, já estava empregada de novo, ganhando quase o dobro do que recebia no emprego anterior.

Os anos se passaram. Hoje, Gabriela está casada de novo e o filho voltou a morar com ela. Os pais já descansam em Cristo, e ela vive feliz e convicta de que Deus é soberano e eterno em sua vida.

Gabriela e a família encontraram a única esperança.

A Esperança DE PROSPERIDADE

Descubra por que de vemos ser generosos e agradecidos pelas bênçãos recebidas de Deus.
  1. Deus prometeu cuidar de Seus filhos. Deuteronômio 8:17, 18
  2. Deus é o Criador e Mantenedor do Universo. Salmos 24:1; 50:10, 11
  3. Das mãos de Deus, recebemos todas as provisões para nossa sobrevivência. 1 Crônicas 29:14
  4. Deus declarou que o dízimo pertence a Ele. Levítico 27:30
  5. Além dos dízimos, devemos ofertar segundo a bênção de Deus. Deuteronômio 16:17
  6. Quando retemos dízimos e ofertas, retemos também as bênçãos de Deus. Ageu 1:6, 9, 10
  7. Deus preparou bênçãos sem medida para Seus filhos fiéis. Malaquias 3:8-10; Salmo 37:25
  8. Por meio dos dízimos e das ofertas, participamos da pregação do evangelho. 1 Coríntios 9:13, 14
  9. Quando honramos a Deus com nossos bens, recebemos bênçãos abundantes. Provérbios 3:9, 10
  10. Deus nos convida a buscá-Lo em primeiro lugar. Mateus 6:33